LHLN_Thumb
30.NOV.16 - 15:03

Indústria elevada a quatro

A Quarta Revolução Industrial é cada vez mais visível, incorporando nas empresas sistemas automáticos, que retiram a capacidade de decisão aos humanos. Se queres discutir os prós e os contras destas inovações aparece, terça-feira, na Católica do Porto.

A Católica Porto Business School e a PricewaterhouseCoopers (PwC) juntam-se, na terça-feira, 6 de dezembro, para uma conferência intitulada «Indústria 4.0». O encontro está agendado para as 9h30 e será organizado pelo Service Manegement Lab (SLab), centro de competências desta instituição de Ensino Superior.

Entre os vários oradores vai estar presente o partner da PwC, António Brochado Correia, que irá apresentar o estudo «Indústria 4.0 – Construir a empresa digital». O responsável pelo setor de consumo de produtos e serviços industriais da empresa irá expor as conclusões desta investigação da PwC, a qual demonstra que «a implementação das iniciativas da indústria 4.0 pode originar benefícios significativos ao nível da eficiência, dos resultados e da redução de castos»

O evento tem programado um debate sobre este assunto, com várias personalidades detentoras de know-how nesta matéria. João Resende (vice-presidente de desenvolvimento de produtos da WeDo), José Manuel Fernandes (presidente do Conselho de Administração da Frezite), Miguel Leichsenring Franco (administrador da Schmitt+Sohn Elevadores) e Rafael Campos Pereira (vice-presidente da AIMMAP – Associação dos Industriais Metalúrgicos, Metalomecânicos e Afins de Portugal) serão os intervenientes nesta conversa, que terá Rui Soucasaux Sousa, diretor do SLab, como moderador.

Originado após um projeto estratégico do governo alemão, o termo Indústria 4.0 – ou Quarta Revolução Industrial – engloba os sistemas de automação e troca de dados, centrando-se na virtualização e na descentralização da intervenção humana nos processos industriais. 

Nos próximos cinco anos espera-se um investimento mundial de 907 mil milhões de dólares por ano na Indústria 4.0. Em Portugal crê-se que 86% das empresas irão alcançar elevados níveis de digitalização.

Facebook Twitter